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domingo, 6 de outubro de 2013

God of War - História Completa

Kratos nasceu na cidade-estado de Esparta, criado apenas por sua mãe e sem nunca conhecer o pai. Como todas as crianças residentes da cidade, ele logo iniciou o treinamento militar para desenvolver os conhecimentos e habilidades que o acompanhariam pelo resto de sua vida.

O jovem Espartano fez jus às tradições de da cidade e tornou-se um soldado temível. Não demora muito e Kratos é o mais jovem general do Exército espartano ? e o mais temido.

Sua tropas nunca demonstravam piedade e seus inimigos tremiam ao ouvir seu nome. Kratos só se sentia realmente à vontade no campo de batalha, caminhando sobre os corpos dos inimigos, a pele tingida pelo sangue derramado.

Mas, em meio a toda brutalidade e a violência que permeavam os dias de Espartano, residia um lampejo de luz, um resquício de humanidade alojado no canto mais profundo de seu coração, as duas únicas coisas puras de sua vida: sua esposa, a única pessoa em toda a Grécia que não temia Kratos e sua filha Calíope, a quem ele amava incondicionalmente, amor que somente um pai poderia ter.

Mas o destino nunca é generoso, e este resquício de bondade seria a ruína de Kratos.

O pacto com Ares

Por anos, Kratos e seu exército percorreram os territórios rivais, exterminando aqueles que se opunham a eles. A ferocidade cruel do exército espartano e de seu sanguinário general nunca havia encontrado oponente que lhe fizesse frente. Porém, nada dura para sempre e Kratos logo se deparou com inimigos que nem mesmo ele conseguiria derrotar: um exército bárbaro que se opôs aos espartanos. Kratos e seus homens lutaram bravamente, mas pouco puderam fazer contra oponentes tão fortes e brutais.

Um a um, os espartanos tombaram. Kratos então se viu sozinho no campo de batalha, à mercê do inimigo. Em um raro momento de desespero, o espartano faz uma prece aos deuses:

- Ares! Destrua meus inimigos e minha vida será sua.

O cruel Deus da Guerra atende a súplica de Kratos e, com sua fúria, destruiu todo o exército bárbaro. Sem entender o que acontecia, eles foram mortos, um a um, até que finalmente, a cabeça decapitada de seu líder voou pelos céus, seguida de um jorro escarlate.

Kratos estava salvo e a batalha fora vencida. E não apenas isso, ele ganhara força e poder incomparáveis entre os homens. Se tornara praticamente invencível.

Mas, enquanto se fortalecia, não via que, ao fazer o pacto com Ares, se tornaria seu escravo. A partir dali ele não escolheria mais sua batalhas, lutaria apenas quando lhe fosse ordenado. E, para nunca esquecer de seu senhor e mestre, duas lâminas forjadas no fogo do Tártaro foram dadas a ele ? as correntes das armas se fundiram nos braços de Kratos, queimando sua pele e carne. O vínculo fora selado. A vida de Kratos não mais lhe pertencia.

Por muito tempo, Kratos seguiu as ordens de Ares, eliminando tudo e todos aqueles que o Deus ordenava, espalhando destruição sem nunca questionar, pois a simples matança, o prazer de ver os corpos sucumbirem já era suficiente para continuar naquela sua saga. Sua cegueira, porém, impediu-o de imaginar que não podia confiar no Deus da Guerra, flagelo dos homens.

Em sua última missão para Ares, Kratos e seus homens deviam destruir uma pequena Vila. O guerreiro sentiu-se impelido na direção da maior construção do lugar e o fez sem pestanejar.

A oráculo da cidade tentou impedi-lo, alertando-o que, se avançasse, lá só encontraria arrependimento e dor. Kratos ignorou o conselho, pois a sede de sangue turvava seus pensamentos, e seu único desejo era executar os habitantes daquela casa. E assim o fez.

Quando deu por si, Kratos tinha a seus pés os corpos inertes e ensangüentados da esposa e da filha. Enganado por Ares, ele acabou matando as duas únicas pessoas que amava em sai vida.

Confuso e esmagado pela dor, Kratos vagou para fora da casa e reviu o Oráculo, que lhe lançou uma maldição: as cinzas de sua família para sempre cobririam sua pele e ele nunca mais encontraria paz.

A partir daquele momento, Kratos deixa de servir a Ares e torna-se o Fantasma de Esparta.

|A crise de Hélios e Morfeu


Kratos agora servia ao Olimpo, realizando missões e cumprindo a vontade de outros Deuses.

Tal ato não era movido por generosidade ou simpatia, mas pela esperança de que os deuses o fizessem esquecer a dor pela morte de sua família. Não havia nenhuma garantia, mas o desejo de não ter mais pesadelos era a única coisa que evitava que sucumbisse do desespero.

Ao longo de seus 10 anos de servidão, uma das missões a que foi incumbido o Fantasma de Esparta foi impedir a invasão persa na Ática.

Kratos encontrou um Basilisco gigante quando chegou ao lugar, e, sem nenhuma dificuldade, destruiu a criatura, assim como seu mestre, o Rei dos Persas.

Mas a conclusão de tal trabalho não lhe trouxe nenhuma satisfação, e Kratos olhou para os céus, urrando com os Deuses pelas missões que estes lhe davam:

- É apenas isso que me mandarão fazer?

O Guerreiro não teve resposta e contemplou uma visão aterradora: O sol caiu de seu lugar no céu e deu lugar à escuridão. A Névoa negra de Morfeu, Deus da noite agora se espalhava pelo mundo, ameaçando engoli-lo de uma única vez.

Sem saber o que fazer, Kratos seguiu em direção a única luz que restava no horizonte e logo chegou à cidade de Maratona, onde se localizava o templo de Helios, Deus do Sol.

No templo, uma estátua de Atena falou com a voz da Deusa, explicando a Kratos que Hélios havia desaparecido, o que permitiu que Morfeu se aproveitasse da situação e fizesse os demais deuses caírem em um pesadelo sono. A missão do espartano seria encontrar o Deus do Sol e lhe devolver seu lugar de direito, fazendo com que tudo retomasse seu ciclo normal


Auxiliado por Éos, irmã de Hélios, Kratos descobre que ele fora levado para o mundo dos mortos e que a única forma de encontrá-los seria usar a cavalgada todos os dias. A deusa promete a Kratos que se a ordem natural for restaurada, fará com que os deuses o livrem de seus pesadelos.

O Fantasma de Esparta não acredita em suas palavras, pois já fora enganado pelos Olimianos no passado, mas não lhe restava escolha.
Relutante, Kratos levou o fogo primordial até os cavalos de Hélios, que uma vez despertos o levam até o submundo onde seu mestre estava cativo.

UMA CANÇÃO DO PASSADO 


Ao longo de sua viagem, Kratos ouve uma canção. Uma música que ecoa seu passado, quando não era um mero joguete dos deuses.

No submundo, o primeiro a ficar em seu caminho, no rio Estige, é o Caronte, o barqueiro responsável por levar os mortos até o Hades.

O barqueiro diz que ainda não é hora do Espartano entrar no mundo dos mortos e o mandou embora. Diante da recusa de Kratos, Caronte não tem escolha a não ser vencê-lo em combate e jogá-lo no Tártaro.

Em sua queda para o submundo, Kratos teve uma visão do que realmente acontecera. Atlas, o poderoso Titã a carregar o peso do mundo, fora liberto e era ele o responsável pelo desaparecimento de Hélios.

Kratos sabe o que precisa ser feito: encontrando o titã, descobriria o paradeiro do deus do Sol.

Apesar de ter caído no Tártaro, nem mesmo o mundo dos morto será suficiente para aprisionar Kratos. Ele não somente reencontra o caminho de volta, como vence Caronte quando o enfrenta pela segunda vez.

Em posse da barca do inferno, Kratos segue em direção da única luz que havia no submundo. Era Hélios, e o Espartano sabia onde encontrá-lo.

Em meio às trevas, a Luiz guia de Kratos até o templo de Perséfone, esposa de Hades e rainha do Submundo e, lá chegando, ele se depara com alguém que ele não esperava ver: sua filha, Calíope.


Ele agora se lembrara: a melodia que ouvira em sua descida vinha da flauta que eele tocava.

Kratos segue sua filha até o interior do templo, mas não a encontra. Antes que se desse conta, Perséfone estava diante dele.

A Rainha do submundo explica a ele que Calíope agora se encontrava nos Campos Elíseos e que Kratos não poderia lá entrar, a menos que abandonasse os pecados de sua vida anterior e se livrasse de toda a impureza de seu coração.

Sem pensar duas vezes, pelo próprio amor que sentia pela filha, Kratos abdicou de suas armas e seus poderes, abandonando toda a corrupção que havia tomado sua alma. Purificado e novamente um humano comum, foi garantido a ele o direito de estar novamente com a amada filha.

O fantasma de Esparta abraça sua filha e promete que não mais à deixaria, mas este momento de felicidade seria muito breve, muito mais breve que poderia imaginar.

Em meio aquela redenção de ter sua filha de volta, com a alma purificada, Perséfone surge e revela seu verdadeiro intento.


Traída pelos Deuses e obrigada a ser a esposa de Hades, foi ela quem libertou Atlas de sua prisão. Enquanto Kratos enunciava seus poderes, o Titã usava o poder de Hélios para destruir o pilar que sustentava o mundo e, com ele, derrubar o Monte Olimpo.

Com isso, tudo seria destruído, os deuses, os mortais e o submundo. Mesmo Perséfone seria destruída, mas estaria livre de seu destino como Rainha do mundo dos mortos.

Kratos percebe que ele e sua filha também seriam destruídos e sabe o que deve fazer. A escolha era óbvia, mas cruel para ele: deveria perverter novamente sua alma e recuperar seu poder, para então derrotar Atlas e impedir Perséfone, garantindo assim a segurança da filha. Sabia porém, que ao fazê-lo, Kratos nunca mais teria a mesma chance de reencontrar sua criança.Sem escolhe, um a um, Kratos destrói as almas puras que habitavam os Campos Elíseos. Ao cometer tamanha atrocidade, ele turva novamente sua alma e volta a ser o Fantasma de Esparta, recuperando todos os seus poderes que antes haviam sido retirados pela pureza da alma.

Com o coração partido e tendo sacrificado o último resto de humanidade que ainda tinha, ele deixa os campos Elíseos para nunca mais voltar, enquanto o choro de sua filha ecoa em seus ouvidos. Tomado de uma fúria que faria o Olimpo tremer, ele buscou a Rainha do Submundo.

Perséfone estava à espera e os dois travam uma luta mortal. Mas Kratos era poderoso demais até mesmo para ela, que vencida, ordena ao Titã Atlas que destrua o Espartano.

Mesmo com sua força colossal, o Titã nada pode fazer. Kratos o acorrenta no mundo dos mortos, de forma que nunca mais possa sair e em seguida, encerra seu combate com Perséfone, destruindo a rainha do Submundo.

Ao morrer, as energias liberadas do corpo da deusa causam uma explosão imensa, que destrói o pilar que mantém o mundo e o Olimpo em seus lugares. Ao acorrentar Atlas, porém, Kratos salvou toda a existência, pois, o Titã agora deve carregar o peso do mundo em suas costas.

Cumprindo a palavra que deu aos deuses, Kratos devolve Hélios a seu lugar e o dia volta a nascer na Grécia. Mas cansado da batalha e desiludido por saber que a única razão de sua existência já não poderia mais estar ao seu lado, sua filha, o guerreiro finalmente sucumbe e cai da carruagem de Hélios.

Kratos está à beira do abismo para saltar para a morte, já desolado e não suportando tanta dor de tudo aquilo que acontecera em sua jornada, desde o Pacto com Ares, a armadilha que levou-o a matar as duas únicas pessoas que amava, até saber que jamais poderia ver sua filha novamente.

Soltando seu corpo de forma natural, dando um passo à frente à beira do abismo finalmente descansaria em paz. Mas antes que seu corpo atingisse o chão, ele é salvo pelo Deus do Sol e por Atena, que removem seus armamentos e o deixam descansar. Hélios acreditava que deviam fazer mais pelo Espartano, pois duvidava que um humano pudesse sozinho sobreviver a tal provação.

Mas Atena o impede, demonstrando seu conhecimento das razões humanas.

- Ele viverá, eles precisam.

Kratos fora deixado em paz por enquanto, mas sua servidão estava longe de acabar, e seu destino já estava traçado a partir dali.

O confronto com Ares

Dez longos anos Kratos servia aos deuses do Olimpo. Atormentado pelos pesadelos com a morte de sua família, a única esperança que lhe restava era a de que se aguardasse o suficiente aos deuses, eles lhe dariam esquecimento.

Dia após dia, o Espartano combatia ameaças capazes de erradicar cidades inteiras, encontrando no campo de batalha um alívio a seus tormentos.

Sua lenda crescia e seu nome era sinônimo de terror. Todos na Grécia conheciam sua história e temiam o monstro desumano que ele era.

Uma noite, após destruir uma Hidra, Kratos se fartou de sua situação e procurou Atena, para exigir finalmente um pouco de paz.

- Dez anos, Atena! Por dez anos servi aos deuses sem nunca questionar! Quando acabará meu sofrimento e me verei livre destes pesadelos?

Atena deu a ele aquela que deveria ser sua última missão: deter Ares, o Deus da Guerra, que em sua ambição e loucura, iniciara a destruição da cidade que velava ao nome da Deusa. Zeus havia proibido os deuses de guerrearem uns com os outros e por isso somente um mortal poderia destruir o Deus da Guerra. Atena prometeu que o Espartano seria perdoado de seus pecados caso tivesse sucesso em sua missão.

Kratos então viu uma chance de se vingar de Ares por sua traição e ao mesmo tempo se livrar por fim dos pesadelos que o assombravam.

O Guerreiro atravessou a cidade de Atenas, destruindo as tropas de Ares no caminho e buscando o Oráculo da cidade, que lhe revelaria a forma de matar um Deus. Ela revela a Kratos que ele deve viajar até o Templo de Pandora, no deserto de Almas Perdidas.


O templo fuçava nas costas do Titã Cronos, amaldiçoado a carregá-lo pelo deserto pelo resto da eternidade. Dentro dele, Kratos encontraria a Caixa de Pandora, Único artefato capaz de Dar a um mortal o Poder de matar um Deus.

O Espartano não estaria sozinho em sua missão. Os Deuses do Olimpo haviam se cansado da violência insana de Ares e concederam parta de seus poderes a Kratos, para que as chances de sua vitória fossem maiores.


Após enfrentar muitos obstáculos e inimigos, Kratos finalmente conseguiu encontrar a Caixa de Pandora e iniciou a viagem de volta à cidade de Atenas. Mas Ares tomou conhecimento de seu sucesso e tomou providências quanto a isso, arremessando um pilar que atravessou o continente e atingiu Kratos no peito matando-o sumariamente, antes que ele pudesse concluir sua missão.

Mas Kratos já conhecia os perigos do submundo e não tardou em lutar para voltar ao mundo dos vivos. Hades em pessoa, senhor do mortos ajudou o Fantasma de Esparta em seu regresso ao mundo dos vivos.

Kratos avançou em direção a Ares e retomou a Caixa de Pandora. O artefato se abriu e seu poder preencheu Kratos, tornando-o páreo à estatura e força do deus. Lutando de igual para igual, Kratos, com sua força inigualável, fortalecido ainda mais com os poderes que os deuses lhe deram, no momento em que a Batalha estava pendente a ter um vitorioso, qual seja Kratos, Ares, traiçoeiramente o prende em um mundo de ilusões.


Kratos se vê forçado a proteger sua esposa e filha contra um exército de imagens suas, sendo atormentado pela culpa de seus atos. Quando obteve êxito em salvar sua família, Ares aparece, toma as armas e poderes de Kratos e elimina as imagens de sua família.

De volta ao campo de batalha, e sem seus poderes, a derrota parecia iminente e certa. Mas o destino ainda lhe guardava uma surpresa, pois o espartano percebe a presença da antiga Espada do Olimpo no lugar de uma ponte que há pouco havia atravessado, e a usa para atingir um golpe certeiro no coração de Ares. Finalmente matando-o.

Em suas últimas palavras, o Deus da Guerra tentou despertar compaixão em Kratos, mas em vão:

- Quando eu fiz matar sua família, tudo que eu almejava era torná-lo um melhor guerreiro....
- E você Teve êxito! Bradou Kratos ensandecido.

Com sua missão cumprida, Kratos esperava a paz e ter os pesadelos que tanto o atormentavam apagados, mas para seu desespero, Atena o informou que a promessa que lhe fora feita era somente a de que seria perdoado. Seus pesadelos continuariam enquanto seu corpo tivesse vida.

Abandonado pelos Deuses e em desespero, crendo que seu sacrifício fora em vão, Kratos do Monte Olimpo, se lança ao mar, tentando por suas próprias mãos pôs fim a seu sofrimento.

Mais uma vez, Atena impede sua queda.

Com a morte de Ares, havia um lugar vago entre os tronos do Olimpo e péla graça de Atena, Kratos agora se sentaria nele.

Afinal, ninguém mais indicado que ele para ser o novo Deus da Guerra.

A TRAIÇÃO DE ZEUS 
Kratos se mostrou um deus da Guerra ainda mais cruel e sanguinário que Ares. Atormentado por seu passado, somente o calor da batalha e a visão de inimigos mortos a seus pés trazia algum conforto.
Atena tentou alertar Kratos de que mesmo ela não seria capaz de protegê-lo da ira dos outros deuses caso ele continuasse tomando as outras cidades-estado em sua guerra insana a e particular, mas o guerreiro virou as costas à Atena, que o alertou para que não fizesse isso, afinal fora ela quem o alçara ao posto de Deus. Kratos responde:
- Eu não lhe devo nada!
Com essas palavras desce à terra para auxiliar seus exércitos. Porém, mal chega à Grécia, e é atingido por um pássaro que remove parte de seu poder, Kratos crê que era Atena disfarçada, mas não se abate e prossegue em sua destruição.


O poder retirado de Kratos é imbuído no Colosso de Rodes que, retomando vida, começa a dizimar os espartanos que invadem a cidade.

Kratos lutou bravamente contra o Colosso, mas com poderes reduzidos, era uma batalha perdida. Quando não parecia mais haver saída, o Espartano escuta a voz de Zeus, que lhe diz que somente a espada do Olimpo teria força para destruir seu adversário, mas que Kratos deveria colocar o que restava de seus poderes na arma.


Sem mesmo imaginar que Zeus estaria conspirando contra si, Kratos, de posse da arma mais poderosa já forjada pelos deuses, pôde finalmente vencer o Colosso de Rodes, mas não consegue evitar ser esmagado pela queda da própria estátua em si, que enfraquecido, sem seus poderes divinos, consegue ainda assim reunir forças para se levantar.

Só então que ele percebe: o pássaro que lhe retirara seus poderes quando da queda na terra, não era Atena, mas sim Zeus, e ao seguir o conselho e usar a Espada do Olimpo, Kratos abdica de sua divindade e torna-se novamente mortal.

Sem seus poderes e mortalmente ferido, Kratos observa indefeso enquanto Zeus surge à sua frente e toma a Espada do Olimpo, de suas mãos, para si.

Zeus explica que traiu Kratos para proteger a si e ao Olimpo de sua fúria, e lhe oferece uma última chance de redenção: Kratos teria de volta seus poderes caso jurasse servi-lo para sempre.

Kratos recusa a oferta, com sua rebeldia contra os deuses. Enfurecido, Zeus trespassa o espartano com a Espada do Olimpo.


- Tudo o que conhece vai sofrer pelo seu sacrilégio! Afirma o Rei dos Deuses.

- Você pagará por isso, Zeus. Tenha certeza disso! Ao terminar de dizer isso, Kratos tomba e, antes que sua vida se esvaia, vê o triunfante Zeus se afastar, de posse da mais poderosa arma da existência.

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UM NOVO PACTO 
Ao cair no submundo pela terceira vez, o Fantasma de Esparta não lutou contra as mãos que o puxavam para as trevas. Não havia mais deuses para salvá-lo, e tampouco, esperança.


Ou pelo menos assim ele pensou.

Uma voz feminina caiu sobre Kratos e o tirou das sombras. Sua vida fora salva novamente, mas não pelas mãos de um deus e sim, por alguém que nutria pelos deuses o mesmo ódio que consumia o Espartano: Gaia a mãe dos Titãs.

Quando os titãs entraram em guerra contra os deuses do Olimpo, eles foram derrotados e humilhados. Gaia ofereceu uma simples aliança para Kratos: ele seria salvo se concordasse em se vingar dos deuses em nome do Titãs.

O Guerreiro aceita e recebe de Gaia a ajuda do cavalo alado Pégaso. Ele segue em direção à Ilha da criação, ode residem as Moiras, as 3 irmãs responsáveis pelo correr do tempo.

No caminho para Ilha, Kratos e Pégaso se desviam ligeiramente de seu caminho, parando na 
ilha onde foram presos os Titãs Tifão e Prometeu. Após libertar o Pégaso das garras de Tifão e soltar Promoteu do castigo ao qual fora condenado, segue ao encontrão das Moiras

OS OUTROS VISITANTES DO TEMPLO DAS MOIRAS 
Mas Kratos não era o único desejoso em ver as Moiras. Na Ilha, encontra Teseu, herói causador da destruição do Minotauro de Creta. Arrogante, ele desafia Kratos para definir finalmente quem é o maior guerreiro grego. Tal tolice tem seu preço, e Teseu é facilmente derrotado. Sua Glória se encerra diante dos portais do templo.

Kratos também encontra Perseu, um dos maiores heróis da Grécia, e que buscava audiência de sua amada Andrômeda. Acreditando que a presença de Kratos era um teste, ele o enfrenta, desejando provar seu valor às Moiras.

Kratos luta contra Perseu 
Apesar de suas habilidades e equipamentos míticos, Perseu nada pode contra a fúria inumana de Kratos e tem morte vil, apenas mais um degrau no sangrento caminho do espartano.

O último visitante da Ilha era Ícaro, que totalmente enlouquecido, jogou-se com Kratos em um abismo que levava ao submundo. O guerreiro, contudo, está preparado e arranca as asas do insano Ícaro, salvando-se de novamente ter de enfrentar os perigos do mundo dos mortos para poder completar sua missão.
FÚRIA DE TITÃS 
Kratos, contudo, desceu o suficiente para reencontrar uma face do passado: ele estava novamente diante de Atlas, a quem condenaria a carregar o peso do mundo. Nada satisfeito com o guerreiro, o titã tenta esmagá-lo, mas Kratos o convence de que não mais servia aos deuses e que desejava agora matar Zeus, cravando a Espada do Olimpo eu seu coração.
 
Atlas conhece a espada e relembra a guerra entre Olimpianos e Titãs, um conflito devastador que moldou os continentes para todo o sempre.

Os deuses do Olimpo desejavam governar os humanos, e os titãs julgavam isso aceitável. 

Uma guerra brutal foi travada e os poderes de Zeus e de seus irmãos provaram ser demais até mesmo para os Titãs, e com a criação da Espada do Olimpo, os Deuses desferiram o golpe final.

Convencido que o ódio de Kratos pelos deuses era forte o suficiente e que ele falava a verdade, Atlas concede parte de seus poderes a ele, ajudando-o sair do submundo.

O Espartano continua sua jornada e encontra um soldado de seu exército, que revela que Esparta foi destruída por Zeus, Kratos perde as esperanças, acreditando que Zeus não seria destruído e que seus esforços foram em vão.

Gaia não permite que Kratos sucumba ao desespero, dizendo que Zeus tombaria e que esta era apenas a primeira batalha de uma grande guerra que estava por vir. Kratos então ergue-se em busca de sua audiência com as 3 irmãs.
AS IRMÃS DO TEMPO 
Kratos finalmente chega à morada das 3 Moiras, onde elas tecem o tear do destino.

A primeira é Lachesis, a mais velha das irmãs. Ela conta a Kratos que foi a sua decisão de fazer os Titãs serem derrotados na grande guerra e de deixar o espartano chegar tão longe. Os dois entram em confronto mortal, mas Kratos muda o destino e a derrota facilmente.

A segunda das irmãs, Atropos, surge então em seu caminho. A deusa leva Kratos de volta ao momento em que duelou com Ares e tenta destruir a gigantesca Espada dos Deuses, para que o Espartano não mais pudesse usá-la em seu duelo com o Deus da Guerra e fosse morto por ele, deixando de existir no presente. Mas ela falha, sucumbindo perante o poder de Kratos.

Restava apenas uma irmã: a caçula Clotho, veio um aviso: se ele não cessasse seus atos, destruiria tudo que existe. A resposta do Espartano foi cravar uma estaca contra o cérebro de Clotho.

Agora, no controle do espaço e do tempo, Kratos tinha a oportunidade de destruir Zeus e pôr um fim à era dos Deuses do Olimpo.


O RETORNO 
Kratos usa seus novos poderes voltar ao exato momento em que foi morto por Zeus. O Espartano retoma a Espada do Olimpo e investe contra Zeus, em uma longa e brutal batalha que o pai dos deuses nunca poderia ter previsto. 

Zeus lança uma tempestade de raios contra Kratos, que cai, implorando a Zeus que encerre sua sofrida existência. Zeus avisa que a dor não terá fim e o sofrimento está apenas começando.

Mas tudo não passava de um truque do espartano, que aproveita o momento em que Zeus baixa aguarda para atacá-lo com fúria.
Subjugado e indefeso, Zeus fica à mercê de Kratos. Eis que Atena surge, defendendo seu pai. Kratos tenta tirar a Deusa do caminho, mas ao desferir o golpe final em Zeus, Atena entra na frente e é empalada pela Espada do Olimpo.

 

Apesar de sua brutalidade, Kratos tinha algum respeito e carinho por Atena e, por um breve momento, arrepende-se do que fez. Zeus se aproveita deste momento para fugir, enquanto Atena revela as intenções do pai.

A verdade é que Zeus temia Kratos. Temia que Kratos tomasse seu lugar, como havia feito com seu pai Crono e como o Titã havia feito com o pai, Urano. Kratos então descobre que o pai que nunca conhecera era Zeus, e que se este fosse destruído, todo o Olimpo cairia.

Atena lhe suplica que desista da guerra, pois os deuses do Olimpo se unirão contra ele.

O Espartano responde de forma decisiva:

- Se todos no Olimpo negaram a minha vingança, então todos no Olimpo irão morrer! Eu vivi à sombra dos deuses por tempo demais e a era deles está para acabar.
Mas Kratos não pretendia cumprir esta promessa sozinho e usa seus poderes sobre o tempo para reunir um exército apropriado para a guerra que está por vir.

UMA NOVA GRANDE GUERRA 


Kratos volta no tempo até a guerra entre os titãs e os deuses. Ele brada a Gaia:

- Ares e Atena estão mortos! Zeus está fraco e eu tenho a Espada! Todos no Olimpo tremem ao ouvir meu nome! Venceremos esta Guerra, Gaia, mas não aqui! Juntos vamos destruir estes deuses mesquinhos e ver o Olimpo ruir! Volte!

No Monte Olimpo, Zeus reúne seus irmãos Posêidon, Hermes, Hades e Hélios e pede para que deixem suas diferenças de lado, por medo da vingança que Kratos trará. Se trabalharem juntos, os Deuses do Olimpo podem prevalecer no final.

Mas o discurso é interrompido por um tremor súbito. As paredes do palácio começam a ruir, e com horror, os Deuses do Olimpo observam Gaia. Crono e outros Titãs derrotados no passado escalando as paredes do Olimpo, liderados por Kratos, que, das costas de Gaia, grita para Zeus.

- Zeus! Seu filho retorna! Trago a destruição do Olimpo!

Com estas palavras, dá-se o início do fim.

Os titãs escalam o Olimpo, aliados ao novo dono da espada do Olimpo.

Os deuses estão fracos e abalados diante da ofensiva inimiga, mas Zeus tenta assegurar seus irmãos:

- No início, havia o caos. Nossa vitória trouxe ordem ao mundo e prosperidade para a humanidade. Agora, esta ordem está ameaçada, o sagrado Olimpo foi violado!

Irmãos! No final, ele irá sofrer! No final, nós triunfaremos! No final....
- SÓ RESTARÁ O CAOS! 
Com estas intimidadoras palavras finais de Kratos, o tempo dos deuses parece estar muito próximo do seu final...



Há 3 anos, Kratos e um inigualável exército de Titãs, seres ligados à criação do universo, pararam diante do Monte Olimpo para o confronto final, era o fim de God Of War II.

Os fãs ficaram aguçados aguardando pacientemente, dia após dia, mês após mês, e ano após ano para enfim colocar as mãos nessa que seria a saga final de Kratos.

Finalmente o dia da vingança chegou, e, todos, inclusive os Titãs, aguardava o sinal verde para iniciarem suas investidas contra o inabalável Monte Olimpo.

Só que eles estavam desprotegidos, e, tinham que conter o ataque fatal, afinal, o Fantasma de Esparta seria o protagonista, mais uma vez, dessa batalha épica. Um adversário que já havia fulminado Atenan, Ares, Irmãs do Destino, Perseu, Colosso de Rhodes, Ícaro, Perséfone, além de ter mostrado para Zeus que sua força era inigualável. Abalando até mesmo o Deus dos Deuses.


Eles sabiam que o destino estava selado. 

A Segunda Grande Guerra começou.

Ktatos e os Titãs escalam o Monte Olimpo para erradicar os deuses.

Os Olimpianos estão dispostos a esquecer suas eternas intrigas para enfrentar a ameaça iminente.

Zeus incita a coragem em seus irmãos com um discurso inflamado e os irmãos partem para a Batalha.

Hélios, o importante Deus do sol, monta em sua carruagem de fogo e parte para a batalha. Hermes, o mensageiro dos deuses, sem muita utilidade em batalha, usa a sua supervelocidade para sumir de cena. Diferente de Hades, o rei do inferno, que adota sua forma gigantesca para derrubar os Titãs do abismo rumo ao submundo da terra.

Em terra, o semideus Hércules comanda as tropas de mortos-vivos.

Poseidon, Deus dos Mares, olha para Zeus e faz com a cabeça um sinal de positivo, e efetiva o ataque mais impressionante contra um Titã, uma investida ímpar, que dispara como um torpedo contra o inimigo e causa, logo de cara, a primeira baixa.

Logo em seguida, Poseidon surge dos mares, no controle do poderoso Leviathan. 


Os deuses estavam na dianteira. Mas isso era só o começo.

Ktatos e Gaia enfrentam o Poderoso Poseidon. O Deus está protegido dentro de uma enorme armadura de água, que o fazia parecer imbatível. Mas ele estava lutando contra Kratos.

Após uma seqüência de golpes contra Poseidon, que resulta em pequenas avarias em sua carapaça de água, mas insistentemente, Kratos, com a ajuda da titã, que ajuda-o com suas mãos, a chegar no titã dos oceanos, fazendo investidas duras e efetivas, que acaba culminando com a destruição do Leviathan, lançando Poseidon para um penhasco.



Kratos escala e alcança o Titã, que, já enfraquecido, se sucumbe à crueldade do titã em matar-lhe de modo peculiar, com requintes de crueldade, extravasando todo seu ódio nas cenas que sucedem.

Com a morte do Deus dos Mares, os oceanos transbordam e inundam o mundo. Aparentemente apenas o Olimpo foi poupado.

Kratos e Gaia chegam, enfim, ao topo do Monte Olimpo e encontram Zeus, mas não conseguem fazer frente ao seu poder inigualável.

Com um ataque concentrado, Zeus derruba os dois com um raio. Gaia consegue se segurar, mesmo com o braço destruído, mas Kratos não.

A titã, neste ato, revela a Kratos que ele era apenas um peão na Guerra contra o Olimpo e que os titãs devem travar esta guerra, e deixa Kratos cair rumo ao submundo da terra, o inferno de Hades.

Traídos pelos titãs, o espartano cai no mítico rio estige, onde as almas pecadoras roubam todos os seus poderes conquistados ao longo de sua jornada. O Fantasma de Esparta teria que se reinventar novamente, afinal, após a traição de Gaia, e sem seus poderes, pouco restava de sua capacidade para enfrentar o que estava por vir. E o pior estava por vir.

Kratos é recebido pelo espírito de Atena, que afirma ter alcançada um nível superior de existência por ter se sacrificado para salvar Zeus. Atena confirma que, pelo bem da humanidade, Zeus deve morrer.


Pra isso, a deusa avisa o espartano que ele deve achar a Chama do Olimpo, fonte de poder de Zeus. Para ajudá-lo nesta nova jornada, Atena remove a Blade of Atenas do corpo de Kratos e coloca a Blade of Exile.

Em sua jornada no submundo, Kratos encontra com Pírito, um mortal que foi apaixonado por Perséfone, que lhe oferece um arco, em troca da salvação. Kratos recebe o arco, mas, sem pestanejar, queimou o mortal tão logo conseguiu seu objetivo, ou seja, ultrapassar mais aquele obstáculo.

Kratos encontra os Juízes do submundo e percebe que eles seguram uma corrente.

Avançando mais pelo inferno, Kratos encontra com Hefesto, o Ferreiro divino que forjou a Caixa de Pandora. Ele padece no inferno por ter enfurecido Zeus e avisa que a Chama do Olimpo não pode ser tocada por humanos ou deuses. Em regresso ao ferreiro, Kratos reencontra a Espada do Olimpo, que garantirá sobrevida em momentos de crise, extravasando sua fúria quando acionada.


Kratos, enfim, reencontra Hades, o Soberano do Inferno, Deus do Submundo e das Profundezas da terra inóspita que conhecemos como inferno.

O seberano tem grandes pendências com Kratos, afinal o espartano matou sua esposa (Perséfone), sua sobrinha (Atena) e seu irmão (Poseidon).


Kratos inicia a segunda grande batalha, e, desta vez, seu inimigo tinha motivos fortes para fulminar com o fantasma de Esparta, o que fazia com que a batalha fosse cruel e sangrenta, iniciando com Hades tentando retirar a alma de Kratos, que, resistiu à investida do inimigo e partiu para o contra-ataque.

Hades faz ataques sorrateiros e Kratos resiste, e, nas oportunidades que tem, vai arrancando pedaços de sua carne, que se transforma em força para o final da batalha.


Após mais um ataque forte, Kratos consegue travar a arma de Hades e começa uma espécie de cabo de guerra. Enfim, parecia que o Deus já não era tão poderoso. Kratos atacando de surpresa consegue arrancar as garras de Hades (Claws) e começa a investida fatal contra o Deus imundo e consegue sucumbi-lo, fazendo-o cair perante seus pés. Kratos conseguiu o que parecia impossível. Matou Hades e, no final, ainda arrancou-lhe sua alma, o que lhe permitiu mergulhar nos rios infernais, sem ser atacado pelas almas.
Com a vitória, Kratos destrói o equilíbrio do Inferno e liberta todas almas pecadoras aprisionadas.

Continuando sua jornada, Kratos reencontra Hefesto e conta as novidades. O ferreiro divino conta como ele, filho de Hera, foi respeitado, conhecido como o maior ferreiro do Olimpo, recompensando por Zeus com o casamento com a Deusa Afrodite.

Ele revela como tudo mudou no dia em que Kratos matou Ares e Zeus tornou-se feroz e temível. Zeus tomou a "filha" de Hefesto, Pandora, e, desde então, o ferreiro tentou recriá-la (forjá-la) inúmeras vezes, apontando o teto com diversas réplicas de Pandora, em vão. Ele sente que Pandora está viva e pede a Kratos que a salve, mas Kratos só pensa em sua vingança.

Kratos, com a alma de um Deus, atravessa o Portal de Hipérium e encontra Gaia, ao chegar na montanha, dependurada, impossibilitada de subir sozinha. A titã pede ajuda ao espartano, que, cheio de rancor pela traição nega e começa a atacar com toda a força o braço da titã, fazendo-a cair vertiginosamente do abismo.

Kratos encontra o Titã Hipérion, pai de Hélios, sendo atacado pela próprio filho. Com a ajuda de Kratos, que acerta uma flecha em cheio na Carruagem de Fogo, o Titã consegue destruir a Carruagem, e arremessar o Deus contra a montanha.

Kratos escala a Montanha com a ajuda das Hárpias, e consegue alcançar o Deus Hélios caído, e, após derrotar o exército de Hélios, que utilizam escudos forjados de Ônix, indestrutível. Mas Kratos monta sobre um ciclope e consegue pulverizar o exército, restando somente ele e o Deus, muito enfraquecido, para o confronto mais fácil de Kratos.

Mas nada é tão fácil para Kratos, e, ao tentar se aproximar de Hélios, sofre uma investida de uma Luz muito forte, cegando temporariamente Kratos, que, somente colocando a mão defronte o rosto, consegue alcançar o Deus, que, tenta uma última cartada e tenta enganar Kratos, dizendo que, para vencer Zeus, ele deveria ficar sobre a Chama do Olimpo para receber seu poder.

Para azar do mentiroso, Kratos já sabia que a chama é letal, dizendo que tomou conhecimento de tal fato com hefesto. Hélios tenta argumentar dizendo que Hefesto é uma pessoa que não goza de grande credibilidade perante os deuses. Kratos rechaça dizendo que é por essa razão que acredita mais no Deus deportado ao submundo, que a ele.

Após revelar a mentira de Hélios, e, numa investida violentíssima, Kratos arranca a cabeça de Hélios com o deus ainda vivo. A morte de Hélios cobre os céus com nuvens e a Terra passa a sofrer com terríveis tempestades. Kratos guarda para si a cabeça de Hélios, que serve como fonte de luz, nos caminhos das trevas que estaria por vir.


Seguindo seu caminho, atravessando um longo caminho pelas tevas, Kratos encontra a corrente do Equilíbrio, que se resume numa corrente que atravessa o Olimpo no meio, começando no Inferno e indo até os templos dos deuses. Kratos usa este atalho e sobrevoando com suas asas de Ícaro. Mas, antes, no meio do caminho, encontra um labirinto de cubos.

Na escalada, o ex-Deus enfrenta obstáculos de pedra, passando por dois túneis de vento, até chegar ao topo do Olimpo, novamente, encontrando, por fim, a Chama do Olimpo, e, descobre que ela não é uma fonte de poder, mas sim a proteção da Caixa de Pandora. Aquela mesma que Kratos abriu para ganhar poder inimaginável e poder confrontar Ares de igual para igual, matando-o, por conseguinte.


NO momento em que Kratos ia tocar as chamas, o espírito de Atena surge para impedi-lo e revela que, dentro da caixa, existe um poder ainda maior que aquele que Kratos usou, um poder desaparecido do mundo.

Atena Lembra que isso remete à Grande Guerra, quando os deuses derrotaram os Titãs. Naquela época Zeus percebeu o grande mal originado daquela batalha e viu que ele poderia destruir o mundo dos homens e deuses, então pediu a Hefesto que construísse uma caixa capaz de selar o conteúdo deste mal (medo, ganância, ódio e outros pecados) para que ele nunca mais afligisse o seu reino.

Porém, quando Kratos abriu a caixa, absorveu poderes incríveis e libertou o mal. O medo se apossou de Zeus. Atena explica que apenas com Pandora será possível passar pelas Chamas do Olimpo sem ser afetado. 

NO momento em que conversava com Atena, Hermes aparece subitamente e invoca Kratos para uma caçada, sem mesmo possuir grandes poderes, o audacioso Deus, começa a zombar da cara de Kratos, chamando-o de lerdo, dentre outros adjetivos deletérios.

NO caminho Kratos vai atravessando obstáculos sempre um passo atrás de Hermes, que brinca com sua super velocidade a todo instante, dizendo que Kratos jamais conseguirá pegá-lo.

Mas o Espartano persiste e resiste às armadilhas e obstáculos até chegar próximo de uma catapulta, ocasião em que agarra a arma e se lança junto com a pedra para alcançar, inesperadamente Hermes, atingindo-o fatalmente.

O deus está ferido e não resiste às investidas de Kratos e pouco pode fazer, uma vez que sua força não é lá tão soberba a ponto de enfrentar Kratos, que aproveita da vantagem corporal e arranca, com Hermes ainda vivo, suas duas pernas, retirando, por conseguinte, suas botas que lhe dão a super velocidade.


Kratos, que não está para brincadeira, dá uma olhada para Hermes e não hesita em matá-lo, mesmo sucumbido, sem nada poder fazer para se defender. Sua coleção de Deuses mortos esta aumentando, e falta pouco para concluir sua vingança.

Ao seguir sua jornada no Monte Olimpo, o Fantasma de Esparta encontra Hera, esposa de Zeus, e Hércules, outro filho bastardo de Zeus (assim como Kratos), que estavam esperando pelo espartano.

Hera zomba da busca de Kratos, e, Hércules revela o ciúmes que possui do irmão, acreditando que Zeus o escolheu como seu favorito. Hércules zomba de seus famosos "12 Trabalhos", como se fossem missões inglórias perto das missões que Zeus confiou a Kratos, como derrotar Ares, o deus da guerra, por exemplo.


Hércules desafia Kratos para um duelo e diz que este será o seu décimo terceiro trabalho, aquele que o transformará em um Deus da Guerra.

Inicialmente Hércules usa a tática de fazer o inimigo cansar, jogando seu exército de morto-viso contra Kratos, para então, após muita batalha, descer para encarar o espartano frente a frente.

Kratos luta sem cansar e consegue por algumas vezes acertar pegar Hércules e jogá-lo contra os espinhos até, que, num momento em que Hércules causa um clarão, após levar uma saraivada de golpes do Espartano, ficando de costas para este, possibilitando que Kratos lhe arranque as luvas de combate.



É nesse momento que o jogo reverte e Kratos parte para cima com tudo contra Hércules, batendo sem parar contra a cabeça de Hércules, ensadecidamente, até desfigurá-lo literalmente, fazendo carne moída de sua face, numa das cenas mais insólitas e violentas já vista, jogando o corpo do mito nas águas gélidas do Monte Olimpo, turvando a água com o sangue do semi-deus.

A lenda estava morta. Hércules era apenas mais uma vítima do ódio interminável de Kratos, que, sem perder o foco de sua missão, partia em busca de Zeus.

Kratos prossegue em sua jornada sem fim,. Até avistar um espectro de Pandora, que lhe avisa que está no labirinto e que Kratos necessita achá-la. Zeus aparece na imagem e avisa o Espartano para ficar longe de Pandora, falando da menina como se fosse uma abominação.

Em seu caminho espinhoso Kratos encontra a única Deusa que ao invés de querer o seu mal, tenta arrancar-lhe suas energias de maneira prazerosa. O espartano mostra a Afrodite que ele está em plena forma, e, que, apear de querer ficar por mais tempo, deve seguir seu curso.


Kratos reencontra Hefesto mais uma vez, e pergunta sobre o Labirinto. Hefesto percebe que o espartano está em busca de sua filha de criação, Pandora.

Ele conta como criou a caixa para conter os males da Grande Guerra e como usou a essência da Chama do Olimpo para criar uma chave perfeita para a caixa, uma chave que criou vida própria e transformou-se em uma criança, nem viva, nem morta, Pandora.

Hefesto relata que cuidou de Pandora como se fosse uma filha e amou-a tanto que a escondeu quando Zeus veio buscar a caixa. Por via das dúvidas, ele convenceu Zeus a esconder a caixa nas costas do Titã Cronos, afinal, ninguém poderia ir até lá. Ele mentiu para Zeus para proteger Pandora. Porém, quando Kratos abriu a caixa de Pandora, Zeus descobriu a mentira de Hefesto e o torturou até ele confessar onde escondeu Pandora.

Zeus a levou embora e mandou o ferreiro para o Inferno. Ao perceber que Kratos não vai mudar seus planos, Hefesto muda de atitude e decide ajudá-lo a matar Zeus. Hefesto promete criar uma arma poderosa, mas para isso precisa da pedra Omphalos, perdida no tártaro.
Kratos, sem pestanejar sai em busca da pedra, sem mesmo imaginar que muitos perigos estavam à frente, mas para o destemido Espartano não há caminhos instransponíveis, e foi justamente com esse pensamento que ele encontra pelo caminho a mão perdida de Gaia, jogando-a pelo abismo também. NO mesmo instante, Kratos é surpreendido por Cronos, o seu avô.

O Titã está enfurecido por Kratos ter matado Gaia. Cronos, como os demais, culpa Kratos por todas as desgraças que Zeus causou após a morte de Ares. Zeus baniu Cronos para o Tártaro e agora ele que a desforra.

Cronos logo tenta esmagar Kratos com os dedos, mas Kratos usa a Luz d Hélios para ganhar vantagem na batalha a ponto de cegar momentaneamente o gigante indestrutível.

Kratos ataca violentamente a unha de Cronos a ponto de arrancá-la, e, utilizando a parte exposta do dedo, Kratos consegue alcançar novamente a face de Cronos, lançando clarões cegantes da luz de Hélios. Aproveitando desses momentos de cegueira de Cronos, Kratos consegue alcançar o cinturão do Titã, momento em que o espartano consegue abrir o miolo do cinto e começa a socar incessantemente o umbigo do Gigante para tentar enfraquecê-lo.

Ao confrontar com o ciclope, que sai pelo braço de Cronos, Kratos consegue montá-lo e arrebentar a ferida aberta no ombro do titã, de vez. Num ato impensado, Cronos pega Kratos com toda raiva e o engole. O que, pelo fato de ser o espartano, se revela numa péssima idéia, pois, tão logo Kratos desce rasgando a gole de Cronos, inicia uma seqüência de golpes a ponto de abrir uma cratera na barriga do Titã, expondo todos as vísceras do Gigante, que sente o golpe.

Kratos consegue a pedra ao sair da barriga do titã, momento em que fazendo uma manobra utilizando os dedos de Cronos, chega ao cinto do inimigo e com as luvas de Hércules, destrói parte da proteção , liberando a proteção de ferro que sustenta a corrente, que vai direto para a direção de seu queixo. Kratos, percebendo que a proteção de ferro virou uma estaca pontiaguda, bate contra a proteção, que atinge a cabeça, de baixo para cima, do Gigantesco inimigo, fazendo com que um jato enorme de sangue saísse pela ferida. 

Não satisfeito com os danos que já havia causado a ao seu avô, Kratos destrói o restante da estaca de ferro ônix com as luvas de Hércules, abrindo passagem para enfim alcançar o lobo frontal de sua cabeça.

Utilizando a Blade of Olimpus, Kratos enfia sorrateiramente a espada na cabeça do titã, ocasionando uma das cenas mais incrédulas de toda sua história. A queda mortal de um titã, por suas próprias mãos. Uma cena chocante se sucede e Cronos, finalmente, sucumbe a seu inimigo, que outrora havia lhe ajudado em sua jornada, além do fato de ser seu avô.

Mas Kratos não pensa em remorso ou se comove pela perda, afinal, é um parente a menos para dividir a herança.

Em regresso ao ferreiro, Kratos acusa Hefesto de mandá-lo para uma armadilha mortal, mas o ferreiro o convence de que sabia que ele podia vencer o titã. Sem muitos rodeios, como se fosse algo natural a morte de Cronos, pega a pedra das mãos de Kratos e confeciona a Arma Nemesis Whip com poderes elétricos, como havia prometido ao espartano.

Mas Hefesto, pela vivência que tem, sabia que não poderia confiar em Kratos, e sabia que nada poderia mudar a idéia de ir buscar Pandora e após a tentativa frustrada de matar o ex-deus pelas mãos de Cronos, tenta, matá-lo com uma descarga descomunal de energia, ao entregar a arma a Kratos.

O fantasma de Esparta, consegue conter o golpe e logo após, consegue revidar o ataque mortal ao titã. Enfim, para quem já conseguiu matar dois titãs, não seria tão difícil matar o terceiro. Enquanto o ferreiro fica paralisado com o choque recebido, Kratos ataca o segundo condutor com a arma confeccionada pelo titã, para facilmente sucumbi-lo. 

Kratos estava matando impiedosamente quem se colocasse em seu caminho, e o curioso é que, mesmo os titãs, que outrora eram seus aliados, estavam morrendo por suas mãos. Não havia inimigo para Kratos. Era apenas uma questão de tempo!


Seguindo sua jornada pelos obstáculos e inimigos que se sucedem, finalmente Kratos chega à entrada do Labirinto, encontrando Hera, a esposa de Zeus, que está toda machucada por causa da destruição da arena durante a batalha de Kratos e Hércules. Hera avista Kratos e xinga-o com todas a letras.

Após uma longa jornada de lutas e puzzles, o espartano consegue descobrir o segredo da realidade alternativa do labirinto e encontra Hera novamente caída. Não se contendo, xinga novamente o espartano, mas desta vez desfere palavrões contra Pandora, e, por essa razão, Kratos não se contém e ataca sua madrasta mortalmente , fazendo com que os vegetais percam sua vitalidade, possibilitando Kratos incendiá-lo. Enfim, a morte de Hera contribuiu para a continuidade da jornada do guerreiro.


Kratos,por fim, desvenda o quebra-cabeça da realidade distorcida e sai do labirinto de Hera, para chegar ao labirinto principal.

Ao ver Dédalus, Kratos percebe que o velho está louco e preso a uma corrente suspensa.

Prosseguindo sua desventura, o espartano encontra um escorpião Gigante e, após fulminá-lo, encontra o Item Boreas Icestorm, que se revela num item indispensável para concluir o enigma do labirinto.

Kratos sabe que o Labirinto não será uma tarefa tão fácil de se cumprir, mas, inesperadamente, descobre pela boca do próprio Dédalus o segredo do labirinto, confessando a Kratos que Zeus havia prometido devolver Ícaro em troca do labirinto, mas não cumpriu com sua parte, após a conclusão do Labirinto. Kratos revela que Ícaro está morto, deixando o velho ainda mais pirado.

Após alavancas ativadas, inimigos destruídos, enigmas decifrados e algumas armadilhas pelo caminho no seio do Labirinto, Kratos consegue chegar até Pandora, cuja missão agora é mantê-la viva, já que diversos inimigos serão enviados por Zeus para conseguir matar a manina e impedir o plano mortal de Kratos.


Num diálogo entre uma e outra armadilha regada de inimigos, Pandora dá uma lição sobre esperança sobre para Kratos e diz entender seu papel na história. A garota menciona que sabe sua função como "chave" da Caixa de Pandora e está pronta para o sacrifício.

Quando consegue, enfim sair do labirinto, Pandora pede para Kratos quebrar a corrente do equilíbrio e erguer o labirinto em direção ao Olimpo. Kratos pula em direção ao inferno. Quando chega à grande sala novamente, onde se encontra os 3 Juízes, Kratos sabe que precisa quebrar as pedras de ônix atrás das cabeças das autoridade, para que façam soltar as correntes e cumpre mais esse objetivo, apesar de inúmeros inimigos teimarem em contê-lo.



Kratos encontra Pandora junto com Atena, ela insiste que Kratos deve cumprir sua missão de matar Zeus. Após o diálogo, Kratos segue subindo novamente a corrente do equilíbrio até chegar novamente ao templo.

Após abrir a proteção que guardava a Caixa de Pandora, Pandora, a chave da caixa, parte em direção à caixa. Momento em que é interrompido pelo próprio Kratos, em uma rara atitude de nobreza, impedindo a garota de sacrificar-se. Zeus surge e joga a garota para a sua quase morte. É a deixa de Kratos, que parte com tudo para cima de Zeus.

Kratos inicia uma brutal luta contra Zeus, deixando o Deus dos Deuses tonto por vez ou outra. Na seqüência que sucede do duelo de titãs (desta vez, metaforicamente), a luta é interrompida quando Pandora consegue alcançar a Chama do Olimpo e anulá-la, cumprindo seu propósito. Kratos aproveitando-se do descuido de Zeus, se aproxima da Caixa e abre-a, para tentar encerrar a batalha...mas, para sua frustração, a Caixa está literalmente vazia.


A luta reinicia e é transferida para a área predileta de Zeus e fica mais difícil para Kratos, que não consegue encaixar seus golpes a ponto de tontear o Deus.

Novamente a luta do milênio é interrompida por Gaia, para surpresa de Kratos, que, incrédulo, vê a titã atacar pai e filho com fúria, fazendo com que ambos caiam em seu interior. Kratos quebra a pedra de ônix que protege o coração de Gaia, e começa a atingi-lo liberando vida. 

Num ato inesperado, Zeus envia um exército de Clones contra o espartano que vai tentando, à duras penas, derrotá-los. Após uma longa batalha, Kratos finalmente consegue, num ato só, matar Zeus e Gaia juntos, enfiando a Espada do Olimpo no coração de ambos.

O espírito de Zeus ainda tenta uma última investida contra seu filho e manda o espartano para um mundo de pesadelo, mas ele é guidão pela alma de Pandora, e por seus maiores traumas, aprendendo a perdoar a si mesmo, conseguindo, adquirir o poder da esperança para aniquilar a alma de Zeus. Há um silêncio no Monte Olimpo.

Surge então Atena, para parabenizar Kratos pela missão cumprida e reivindicar o poder da Caixa de Pandora. Kratos afirma que a Caixa estava vazia. A Deusa, furioso, acusa Kratos de mentir, pois, quando a caixa foi fechada pela primeira vez e selou os males da humanidade, ela mesma depositou junto, o maior poder de todos: a esperança.E ela pode ver a esperança nos olhos de Kratos. 

Atena exige de volta este poder para reconstruir o mundo dos humanos...mas então percebe a verdade: quando Kratos abriu a caixa de Pandora para enfrentar Ares, libertou os males da Primeira Grande Guerra e esses tomaram os deuses...porém, mais importante, neste momento, o poder da esperança buscou abrigo no corpo de Kratos e ficou soterrado pelo ódio e sede de vingança do espartano. Quando ele, com a ajuda de Pandora, perdoou seus maiores pecados, a esperança veio à tona. Na verdade, então, este grande poder estava em Kratos o tempo todo, desde quando sucumbiu o Deus da Guerra e tomou seu lugar.

Atena fica cada vez mais afoita em obter a esperança para iniciar o seu próprio reinado e não consegue crer em seus olhos, quando na sua frente, Kratos suicida-se enfiando a Espada do Olimpo (novamente) em sua própria barriga.

Talvez por estar cansado de ser manipulado, Kratos fez isso para não entregar o poder mais uma vez para uma divindade e, ao invés disso, com sua morte o lançou concentrado para o céu, explodindo como uma bomba que espalhou sua energia por todo o planeta (momento emo).

Kratos, o homem que matou Deuses e titãs, e, lançou o planeta no caos, em seu último ato devolveu a esperança e liberdade aos humanos. A Deusa ficou extremamente furiosa e decepcionada, e, não perdoa Kratos, mesmo vendo que ele está morrendo diante de seus próprios olhos. Este guerreiro que mudou completamente a história do Olimpo, derrotando o Deus dos Deuses, sucumbe perante a Deusa ressuscitada. Morto por suas próprias mãos, coisa que nenhum outro ser conseguiu.

Atena o deixa, e, enquanto o espartano respira com dificuldade, após um silêncio absoluto, uma última cena deixa um mistério. É mostrado o local onde Kratos supostamente teria morrido, porém ele não está mais lá. Tudo o que restou foi um rastro de sangue que conduz ao mar...

Afinal, Kratos está morto ou não?

Que nível superior é esse que Atena tomou parte? Ela vai deixar quieta essa situação? Enfim, para um jogo que prometia tanto encerrar a trilogia, pontas importantes ficaram soltas à imaginação.

Desse modo, no final, só restou dúvidas. Mas ao que parece uma nova aventura aguarda ansiosa para mostrar suas caras no PSP, e, dessa vez, será contada a história do Fantasma de Esparta.

Creditos:http://forum.jogos.uol.com.br


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